domingo, 26 de agosto de 2012
I
- Que diz sua virilha sobre o Ser?
três cabelos,
uma cicatriz
de circunstâncias poéticas,
um carrapato talvez,
os segredos do universo.
sábado, 25 de agosto de 2012
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Perdoai-me
O homem mau tinha os olhos do avesso
Amava em mentira e rezava de dor
Dizia
- morrerei na primavera,
mas frutos não nascerão na minha cabeça
Amava em mentira e rezava de dor
Dizia
- morrerei na primavera,
mas frutos não nascerão na minha cabeça
terça-feira, 17 de julho de 2012
Só
o personagem diz - o sertão vai virar mar. é um altar
de lágrimas que vem de dentro de mim.
A palavra dor no canto do olho
O sentir dor no canto da unha
a palavra fim na palavra mundo
(a diferença entre a naturalidade da cadeira e a cortina
que respira é o vento que leva gente embora)
de lágrimas que vem de dentro de mim.
A palavra dor no canto do olho
O sentir dor no canto da unha
a palavra fim na palavra mundo
(a diferença entre a naturalidade da cadeira e a cortina
que respira é o vento que leva gente embora)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Be Quiet Now
Não vou mais falar sobre o rio
De estrelas do mar
Que nadaram até aqui
(só) Pra
te ver
Passar
domingo, 17 de junho de 2012
seis do seis
- ninguém nunca deixou de existir porque morreu.
Tinha tristeza nas entranhas,
seus cabelos estranhos
pintavam poeira de rubro
"e existir errado, como anular?"
Posso fotografar seu sono
mas não o sonho
Tinha tristeza nas entranhas,
seus cabelos estranhos
pintavam poeira de rubro
"e existir errado, como anular?"
Posso fotografar seu sono
mas não o sonho
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