.
ainda repito as palavras
da boca faminta
seu nome não posso dizer
o silêncio azul transparente olhos de prata tão inventados quanto o respiro do oceano
o rio que me atravessa é o outro, a qual se uniu
em margem dolorida ponte
bússola
te chamo em naufrágio
Mostrando postagens com marcador ao pai. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ao pai. Mostrar todas as postagens
domingo, 14 de maio de 2017
segunda-feira, 8 de junho de 2015
. lembra
.
do que tem debaixo
lembra
das pedras, pegadas
dos meninos que nao podem crescer
na sombra das laranjeiras, as bocas comidas de terra e orvalho
as mães, de ventres ocos
da ausência, tua
.
do que tem debaixo
lembra
das pedras, pegadas
dos meninos que nao podem crescer
na sombra das laranjeiras, as bocas comidas de terra e orvalho
as mães, de ventres ocos
da ausência, tua
.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Day 8
as unhas
absoluto não cessar
e de juventude
choram
tornozelos fracos
pés rachados
tudo que não se pode tocar
para desafogar
não sei se tu, que foi
ou nós, os que ficam
absoluto não cessar
e de juventude
choram
tornozelos fracos
pés rachados
tudo que não se pode tocar
para desafogar
não sei se tu, que foi
ou nós, os que ficam
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)